SEM CUSTO FINANCEIRO – Um guerreiro afegão é capturado, interrogado, torturado e transportado para uma destinação desconhecida na Europa, numa imensa paisagem coberta de neve. Aproveitando-se de um acidente, escapa e se vê livre, mas perdido num ambiente hostil. Inicia-se uma perseguição com helicópteros, soldados e cães pela floresta. Sem água ou comida, ele enfrenta uma árdua jornada para sobreviver e permanecer livre.
ONDE ASSISTIR Matança Necessária (2010)?
Essential Killing
NOTA BRASIL 3.5/5 – MUNDIAL 6.1/10
POPULARIDADE
BRASIL 213 – MUNDIAL 8.000
SEM CUSTO FINANCEIRO
CLIQUE NO BOTÃO ACIMA PARA COPIAR O NOME DO FILME E COLE NA PESQUISA DO SITE DESEJADO,EU NÃO TENHO AUTORIZAÇÃO PARA COMPARTILHAR ARQUIVOS DIRETOS.
| CRITICA |
Primeira coisa a se notar é o estilo de direção do Diretor(obviously). Faz muito sentido ao saber que ele fez uma pausa de 17 anos. A estética estranha, não necessariamente a estética, mas a direção, me é bem característica dos anos 80. Não igual, obviamente, o tempo passa. Mas vários traços permanecem. É bem notável. Não, o filme não é envolvente. Não te faz refletir ou sei lá qual argumento que as pessoas usaram. Eu poderia pegar uma compilação de filmes de ação/aventura/guerra ruins dos anos 80 e 90 e colocar várias cenas do Essential Killing(me nego a chamar de Matança Necessária).
O diretor já afirmou diversas vezes que faz filmes para SE agradar. E conseguiu, provavelmente. Porém o filme não tem impacto algum. Isso não tira o mérito de algumas cenas interessantes e de várias outras coisas interessantes. Se Vincent Gallo, de quem sou fã, tivesse falas no filme, ninguém falaria de sua atuação. A falta de diálogos não é brilhante, é ousada. São coisas bastante diferentes. “eletrizante jogo de gato e rato”, bem, creio que assisti o filme errado no Netflix. O filme não é uma crítica, não HÁ, uma crítica. É um exercício, um “demo reel”.
Luta pela sobrevivência e até onde pode chegar o ser humano? Creio que não. A história do filme, quando começa o ato principal, é de um tempo muito curto. Apesar da situação forçar ao quase extremo, não é exatamente um exemplo de filmes que mostram essa luta pela sobrevivência. Talvez pelo ritmo, até. Que não chega a ser frenético o tempo todo(o que tornaria um filme impossível de ser assistido), mas relativamente acelerado. Este filme, como vários outros, é vítima do “overthinking” de seus defensores. Existe a necessidade nata de sobrevivência, assim como a necessidade nata de pertencer a algo.
E na minha opinião é o que acontece, querem transformar esse filme, que é um filme medíocre, em um filme cult/bom. E, de fato, esse equívoco é compreensível. O filme compartilha vários conceitos de muitos filmes bons e cultuados. Porém, por mais contraditório que pareça, ter (teoricamente) um bom diretor e um bom ator, não é sempre suficiente. É o caso. Eu realmente acho que com outro diretor, e mesmo roteiro, este seria um melhor filme. Assim como acho, que trocando o nome do diretor, ator principal, por desconhecidos, e fazendo cada pessoa assistir o filme sozinha em casa, todos concordariam que é um filme mediano ao que se propõe, ou que, ao menos, os defensores do mesmo propuseram.